A ideia que masturba a si mesma. A ideia que furunfa a si mesma. A ideia. Nada mais resta à literatura porque o tempo correu. Lá a pressa e um monumento cagado de pomba do século 19, a literatura. E ficam os tios da academia examinando e indo fundo nos banheiros das faculdades públicas. Tias, para ser mais exato, se bem que há tios de fato. A nova ortografia então, toda monumento cagado do século 21, e o poetinha na guilhotina, texas 44, pum. A novas do destranque da manuelita cabronha no cérebro fumado nos andares do prédio brilhando na noite da cidade, ronco alto do carro dum burguês da capiau caipirolândia caipora caipirópolis. A idea que embronhasca a si mesma.